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Do Storytelling ao Storyfeeling

Uma nova filosofia para conduzir os negócios e, em última instância, para moldar os paradigmas que irão influenciar até mesmo os nossos governos.

Porque o storytelling é essencial para a construção de marcas memoráveis.
Descobre porque contar histórias é uma estratégia poderosa no branding e como as marcas podem criar conexões emocionais profundas com os seus públicos.

Num mundo saturado de mensagens, o que realmente diferencia uma marca das outras? Não são os atributos técnicos nem as campanhas com o maior orçamento. É a capacidade de contar boas histórias. E quando essas histórias são coerentes com a identidade da marca, elas tornam-se inesquecíveis.

O poder das narrativas identitárias

As marcas mais fortes são aquelas que não têm medo de assumir uma identidade. Têm voz, valores, personalidade e uma visão do mundo e sabem expressar tudo isso através de narrativas consistentes. Chamamos isso de narrativas identitárias.

Uma narrativa identitária é aquela que mostra não apenas o que a marca faz, mas quem ela é e porque existe. É a partir dela que nasce uma comunicação emocional, capaz de criar identificação, gerar empatia e conquistar espaço na mente (e no coração) das pessoas.

O que diz a neurociência sobre o storytelling?

A ciência já comprovou: quando ouvimos uma história bem contada, ativamos múltiplas áreas do cérebro — incluindo aquelas relacionadas com emoção, memória e até movimento. Isso significa que, ao contar uma história, a marca não está apenas a informar: está a fazer sentir.

Mais do que isso: o cérebro liberta ocitocina, a hormona do prazer e dos vínculos emocionais, o que nos leva a confiar mais e a criar laços emocionais com quem está a contar a história. Isso explica porque é que lembramos de marcas que nos fazem sentir algo, e esquecemos as que apenas nos informam.

Do storytelling ao ‘storyfeeling’

No branding atual, não basta contar uma história. É preciso fazê-la sentir. As experiências de marca mais memoráveis são aquelas que provocam emoções reais: identificação, surpresa, inspiração e nostalgia.

As marcas que não proporcionam experiências não ficam na memória das pessoas. O ‘sentir’ vai além de somente uma boa história ou uma imagem bonita.

Como diz o especialista de marcas Martin Zarian: “As histórias tornam a tua marca memorável. Elas dão-lhe forma, substância e humanidade. Sem histórias, a tua marca é apenas um logotipo.”

Exemplo português: Delta Cafés

A marca portuguesa que pratica bem o storytelling é a Delta Cafés. Ao longo dos anos, construiu uma narrativa sólida em torno da tradição, da portugalidade, do cuidado com as pessoas e da visão de futuro.
As campanhas da Delta não falam apenas de café — falam de afetos, de família, de rituais e de pertença. Isso transforma uma simples bebida quente num símbolo emocional da cultura portuguesa.

3 passos para uma marca com storytelling forte
Para terminar, deixamos 3 dicas para criar um storytelling impactante:

  1. Descobre a tua verdade – Não inventes uma história bonita. Procura a essência da tua marca: missão, valores, legado, visão.

  2. Cria um universo narrativo coerente – Aplica a tua história em todos os pontos de contacto: site, redes sociais, campanhas, espaços físicos.

  3. Faz sentir antes de fazer pensar – Emoção primeiro, argumento depois. As pessoas ligam-se a marcas que as fazem sentir algo.

Na Papori é isto que fazemos todos os dias, vem falar connosco para contar a tua história.

storytelling ao ‘storyfeeling’

Autora: Fernanda Maron
Agência: Papori-Get Social
Data: Mar 25

 


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